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PAI DE MENINA

Em um mundo ainda hostil com as mulheres, onde existe diferença de tratamento entre elas e diversos perigos a cada esquina, deve ser difícil ser pai de menina. Afinal, conseguir proteger e orientar as mulheres que mais ama, mesmo não sabendo na pele pelo que elas passam, não é tarefa das mais tranquilas. Mas o fardo pesa menos para quem se dispõe a aprender, no dia a dia, como se sente uma menina. Quais são seus medos, suas inseguranças, seus sonhos. O que ela quer, o que ela pode fazer. Onde pode chegar. E todo pai sabe que nasce com qualquer criança a possibilidade de ir ainda mais longe do que ele próprio imagina.

Ser pai de menina não é tarefa fácil, mas também não é impossível. Ainda mais para quem se dedica a ensinar e orientar os jovens a construir um mundo melhor. E o presente de ser pai de menina foi dado muito recentemente ao professor universitário Bruno Fernandes, também um dos grandes nomes do marketing de Belo Horizonte. Há seis anos ele descobriu que seria pai de Maria, um dos nomes mais fortes para demonstrar a força de uma mulher. A família estava linda e completa com a chegada dela, mas ainda cabia mais um anjo no altar dos Fernandes. Eis que surge Sofia, há um ano, para deixar a família mais linda e mais completa. Dois anjos em forma de gente. Duas meninas.

Quem se descobre pai sente um misto de sensações, e com Bruno não foi diferente: ele sentiu plenitude, orgulho e medo. Estar pleno é uma virtude de quem está tranquilo com sua consciência, ter orgulho é algo que nasce dentro de nós por muitos seres humanos, mas sentir medo, medo mesmo, é algo reservado só para quem se descobre pai ou mãe. Pai e mãe, porque no decorrer da vida, os dois papeis se misturam dentro de uma pessoa só. Ser pai de menina, então, traz um medo um pouco mais acentuado, por tudo o que esse mundo anda oferecendo às mulheres. Mas o medo é o grande aliado da sobrevivência – e ter medo significa que o pai estará sempre presente, para evitar ao máximo que seus rebentos o sintam. Que seus anjos o sintam. Para evitar que suas meninas conheçam o medo.

Mas, um dia, acredite, elas vão conhecer – elas também precisam sobreviver, e o pai de menina estará lá para cuidar que até essa seja uma experiência positiva. E o alívio para os medos que pais e filhas carregam pode vir de muitas formas. Pode ser como gratidão, que nem a que o Bruno sentiu quando a Maria abriu os olhos pela primeira vez, no colo dele, ainda na sala de parto. Pode ser na certeza da presença, como quando Sofia balbuciou sua primeira palavra em plena madrugada: era “papai”, para ele, porque ela sabia que ele estava lá. E ele estava, também de corpo, mas principalmentede alma.

O pai de menina vai envolver a filha em tudo o que fizer na sua vida; ou, pelo menos, tentar. Vai mostrar que, apesar da diferença de gênero, de idade e de preferências, os dois podem ser grandes amigos. Vai educar pelo exemplo, não vai cercear a liberdade, e pensar por ela, sempre por ela, principalmente quando ela ainda não puder – ou não quiser – pensar sozinha. Vai amá-la e respeitá-la até o último dia de sua vida, assim como prometeu à mulher que trouxe seu anjo, e vai lutar para que o mundo também possa respeitá-la. Se ela tiver sorte, será amada por muitos; mas, no coração de pai, sua menina já é amada por todos. Toda menina que tem um pai presente, honesto e amoroso é – e vai se sentir sempre – a menina mais importante do mundo.

Bruno Pizzicatto_Nos 3

Ser pai de menina não deve ser fácil. Logo Bruno vai ter que ajudar Maria e Sofia em suas primeiras vezes, que não serão poucas. A primeira nota alta, a primeira nota baixa; o primeiro amor; a primeira rejeição. O primeiro sutiã. O primeiro ganho, a primeira perda. A primeira festinha, a primeira balada, o primeiro show musical. Ele terá todos os anos seu primeiro presente de dia dos pais. E um dia dará a elas o primeiro presente de dia das mães. Em todas as coisas que o Bruno ainda viverá por tantas e tantas vezes com suas meninas, nós estaremos perto para ajudar no primeiro sutiã – e queremos estar presente para ver a cara dele quando uma de suas jovens mulheres ganhar a primeira lingerie, com aquele olhar indignado do “mas já?!”, reservado aos pais de meninas que veem o tempo passar diante de seus olhos mas sempre sentirão que aqueles mulherões são suas eternas menininhas. São suas, e são do mundo. É assim que a coisa funciona:eles são pais; elas são meninas.

Mas fica tranquilo, Bruno, que na loteria da vida você tirou o grande prêmio. Ser pai de menina não é tarefa fácil, mas a gente te garante que é maravilhoso.

PS: Maria e Sofia, vocês ainda são pequenininhas, mas aqui vai a dica do que o papai de vocês quer ganhar de presente de dia dos pais… é só clicar aqui. 😉

Um grande beijo da amiga intima,

Água Fresca Lingerie

 

 

 

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