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A evolução do sutiã

Além de ser uma peça chave no nosso guarda-roupa, o sutiã é bem mais que um acessório. É uma peça repleta de histórias que marcou as nossas vidas desde o seu surgimento. A sua evolução acompanha não só o crescimento da moda, mas também as conquistas femininas ao longo dos anos.

Há mais de cem anos o sutiã era uma peça bem diferente do que usamos hoje. Graças ao desenvolvimento da moda e aos avanços da tecnologia têxtil temos atualmente diversas opções para usar. E o melhor: nós mesmas que determinamos essas escolhas. Do básico ao luxuoso, o sutiã é resultado de várias transformações que representam a adequação, versatilidade e liberdade.

Para entender melhor todo esse desenvolvimento, fizemos uma linha do tempo. Vamos lá?

No ano de 1907 o estilista francês Poul Poiret deliberou o fim da ditadura dos corsets mega apertados e asfixiantes. Ele investiu em modelos de vestimentas de cintura alta, dispensando o uso dos antigos corsets. Logo após, a americana Mary Tucek criou uma peça de menor tamanho, com alças e bojos separados para a sustentação dos seios.

Em 1914, a jovem Mary Phelps Jacob reuniu laços de fita e lenços simulando um sutiã para usar sob um vestido de festa. Ela fez algumas peças iguais para as suas amigas e resolveu patentear e comercializar o produto, faturando milhões nos anos seguintes.

Na década de 1920 o sutiã chega ao Brasil. Nesse período foi lançado um modelo de sutiã similar aos atuais, composto de triângulos de pano com alças, elásticos e fechamento na parte frontal. Dez anos depois com o lançamento do nylon, foi criado modelos bem mais modernos preocupando-se com a sua funcionalidade e com a sustentação dos seios. Nos anos seguintes porém na mesma década, os sutiãs foram ganhando formatos mais atraentes. Logo em 1940 o nylon toma conta do mercado e ganha a preferência feminina devido aos seus diversos atributos. Surgiram então os modelos com enchimentos de espuma.

Somente a partir da década de 50 que o sutiã tornou-se uma peça mais sedutora. Marilyn Monroe era um ícone para a época e usava a lingerie para evidenciar e explorar toda a sua sensualidade. Em 1955 houve o surgimento do famoso modelo “peito de pombo” que aproximavam mais os seios. O final dessa fase foi marcada pelo lançamento da lycra, tecido inovador que ocasionou ainda mais impacto nos anos seguintes para a evolução do sutiã.

Os anos 60 foram marcados pela icônica manifestação na qual muitas mulheres queimaram os sutiãs em praça pública, considerando o sutiã um símbolo da opressão masculina. A mesma década foi marcada também pelo estilo romântico. Houve a volta dos corseletes em versão moderna e as cinta-ligas e meias 7/8 começaram a fazer parte do vestuário feminino como acessórios.

Em 1970 houve de vez uma transformação ainda mais significativa na lingerie. Modelos delicados e com transparência se tornaram objetos de desejo entre as mulheres na época, onde já desempenhavam diferentes papéis na sociedade.

A partir dos anos 1990 as inovações de design de produto, modelagem e materiais trouxeram infinitas possibilidades para a moda íntima. No século 21 a lingerie finalmente ganha um status fashion e amplo espaço na moda. Incentivadas por este movimento, as grifes passaram a investir no acabamento estético apurado das lingeries. Além de acompanhar as tendências de moda, o sutiã hoje é bem mais que uma peça funcional: é objeto de sedução e poder.

Depois de rever todo esse passado dá até um alívio em saber que temos muitas opções para escolher, não é mesmo? Lembre-se: somos livres para optar pelo que quisermos. Nossas escolhas nos fazem únicas a cada dia 😉

Mais do que vestir, nós queremos te envolver.

Água Fresca Lingerie.

 

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