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Minha Sacola (0)
Repouse no conforto da primavera

“É primavera! Te amo!”, já dizia a romântica canção de Tim Maia. Essa estação é o começo de um novo ciclo, de prosperidade e de crescimento. Para as meninas mais apegadas à astrologia, a primavera é excelente para trabalhar a comunicação, a abundância e a fertilidade nas nossas vidas. Para mim, é momento de despertar, romper velhos padrões e renovar minhas apostas para os próximos meses.

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Uma noite na Itália

Terça foi dia de muita festa! Circulavam pratas e dourados, rendas e transparências. Entre cores e estampas, era quase impossível tirar os olhos das lindas peças vestidas pelas modelos Rayane Fergon e Lara Van der Mars, além do encantador Bruno Fernandez, o modelo masculino. Em meio a dezenas de pessoas, a primavera pode enfim dar as caras por meio da coleção Il Cuore Dell’Arte. Apresentada no coração da zona sul, durante a Party At The Mall do tradicional Pátio Savassi, as mais de quarenta peças desfiladas encantaram blogueiras, jornalistas, fotógrafos, clientes e fiéis seguidores da marca.

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A nossa história traduzida em lingerie

Não sei vocês, mas uma coisa que gosto muito é história, porque ela nos permite compreender o passado e o presente, para enfim podermos pensar no futuro. A história também resgata as épocas anteriores a partir da memória de cada um de nós, que por meio das lembranças vividas ou que nos foram passadas, torna possível construirmos narrativas de um passado distante.  Leia Mais

CUECAS QUE NÃO SÃO PANOS DE PRATO

“Eu mato, eu mato / Quem roubou minha cueca / Pra fazer pano de prato”, dizia a histórica marchinha do compositor Livardo Alves. Com certeza é muito bom reviver as antigas, mas talvez não tanto quando o assunto é roupa íntima. Porque, afinal, não fica nada legal um elástico lasso ou aqueles buracos indecorosos no ponto alto de um encontro romântico.

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POR QUE ELES PODEM FICAR SEM CAMISA E A GENTE NÃO?

É mais ou menos por aí que caminha o movimento “Free The Nipple” (Liberte o mamilo, em português), que ganhou força nos últimos dois anos e continua repercutindo entre muitas feministas nas redes sociais. O movimento inspirou e libertou muitas mulheres, inclusive famosas como Rihanna, Miley Cyrus, Lena Dunhman, Cara Delavigne e Liv Tyler.

Nós temos direito à liberdade, à segurança e à saúde. Mas também precisamos de respeito e conforto. As cobranças para ficarmos contidas nessa ou naquela peça de roupa já não fazem mais sentido. Juliana Moraes, diretora da Água Fresca Lingerie, entende muito bem disso: “ser proporcional não é comum”, esclarece.  Leia Mais

PAIS ADOTIVOS: UM AMOR INFINITO

Já imaginou ter a casa cheia de meninos? A diversão de uma vida repleta de papos-cueca – e um dia dos pais com presentes Água Fresca em dobro! – está garantida no lar do Alexandre e do Francisco, um casal que só tem amor a dar aos três filhos, Patrick, de 13 anos, Pablo, de 10, e Gabriel, de 7. Ter três filhos homens em diferentes idades significa que os pais coruja vão viver, com muita plenitude, as fases da vida de cada um. E eles mal podem esperar para ver o que vem pela frente…

A história, até aqui, aponta para finais felizes. Como pais adotivos, Alexandre e Francisco tiveram que passar por um processo que pode ser muito desgastante, mas que para eles foi tranquilo. As crianças, que foram adotadas no ano passado, gostaram muito dos novos pais. Escolheram ficar com eles. E, agora, são cuidados com todo o carinho do mundo por dois homens que tentam sempre o melhor que podem para que não falte nada aos três filhotes. Sem se importar com o que as pessoas pensam ou deixam de pensar, eles apenas trabalham, e muito, para que os filhos sejam sempre saudáveis, respeitados e felizes.

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QUANDO O PAI ESTÁ PRESENTE – E SE TORNA UM PRESENTE

Existem pais que adoraram ganhar presente no último domingo – a grande maioria deles. Mas também existem pais que ganham presentes todos os dias, pelo simples princípio de serem pais e maridos. E existem ainda aqueles que, por fazerem questão de estar presente dentro do seio familiar, mesmo com a correria e os compromissos que enfrentam no dia a dia, se tornam um grande presente para a família, daqueles que já são inexoráveis e inesquecíveis para muitas gerações.Esse é o caso do Edson Zingoni, engenheiro de formação e administrador por vocação, o “primeiro cavalheiro” da Água Fresca, casado com a Juliana, que idealizou a empresa, e pai da Júlia e do Artur, dois jovens talentos: Júlia ajuda a potencializar os produtos enquanto Artur é responsável pela beleza da comunicação da marca.

Eles contam sobre Edson como um pai sempre ali, torcendo pelos filhos de maneira querida e, por vezes, fofa. Agora, com a família toda trabalhando junta, continua dando o melhor de si para o sucesso coletivo. A família é também uma equipe, e com a ajuda de Edson, é uma equipe vencedora.

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PAI DE MENINA

Em um mundo ainda hostil com as mulheres, onde existe diferença de tratamento entre elas e diversos perigos a cada esquina, deve ser difícil ser pai de menina. Afinal, conseguir proteger e orientar as mulheres que mais ama, mesmo não sabendo na pele pelo que elas passam, não é tarefa das mais tranquilas. Mas o fardo pesa menos para quem se dispõe a aprender, no dia a dia, como se sente uma menina. Quais são seus medos, suas inseguranças, seus sonhos. O que ela quer, o que ela pode fazer. Onde pode chegar. E todo pai sabe que nasce com qualquer criança a possibilidade de ir ainda mais longe do que ele próprio imagina.

Ser pai de menina não é tarefa fácil, mas também não é impossível. Ainda mais para quem se dedica a ensinar e orientar os jovens a construir um mundo melhor. E o presente de ser pai de menina foi dado muito recentemente ao professor universitário Bruno Fernandes, também um dos grandes nomes do marketing de Belo Horizonte. Há seis anos ele descobriu que seria pai de Maria, um dos nomes mais fortes para demonstrar a força de uma mulher. A família estava linda e completa com a chegada dela, mas ainda cabia mais um anjo no altar dos Fernandes. Eis que surge Sofia, há um ano, para deixar a família mais linda e mais completa. Dois anjos em forma de gente. Duas meninas.

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NUNCA É TARDE PARA A PARTERNIDADE

Não são só as mulheres que se emocionam com o nascimento de um filho: os homens também sentem o nascimento do “ser pai” quando sua cria chega à vida. A diferença está no decorrer dessa nova fase, quando alguns pais se tornam pais por obrigação, enquanto outros se tornam verdadeiros paizões, cheios de amor e orgulho por seus filhos.

E são exatamente esses pais que vamos homenagear durante todo o mês de Agosto aqui no blog da Água Fresca: os paizões, os que abraçam a vocação e que ajudam seus filhos a passar pela vida da forma mais amorosa, corajosa e divertida possível. Os pais que, em meio às dificuldades, os preconceitos, o passar do tempo, ainda sim fazem de tudo – e mais um pouco – para manter os filhotes protegidos dos perigos do mundo, mas sem nunca impedi-los de voar e descobrir as belezas da vida por conta própria.

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NÓS NÃO PRECISAMOS TIRAR NOSSAS ROUPAS
(MAS A GENTE PODE, SE QUISER)

Existe uma música muito legal da Ella Eyre que se chama “WeDon’tHavetoTakeOurClothes Off” (“Nós não precisamos tirar nossas roupas”, em tradução literal) em que ela fala, exatamente, que não precisamos tirar nossas roupas para nos divertir.

E é verdade: a gente não precisa, mesmo. Mas a gente pode, sempre que quiser.

Muitas mulheres devem se lembrar da adolescência, do início das mudanças do corpo, de se olharem peladas no espelho e pensarem: “eu nunca vou conseguir ficar assim na frente de ninguém”. Outras muitas podem ter engordado alguns quilinhos nos últimos meses, ou perdido tantos, que se sentem mal em ser elas mesmas na frente de outro alguém, sem roupa. A roupa esconde os defeitos, certo? Mas a realidade é que ela também esconde o melhor de nós. Emaquia a nossa necessidade de priorizar algo que vai além da finitude dos nossos corpos: o nosso prazer. E é preciso que ele seja levado sempre a sério, pois sem ele a vida fica bem difícil.

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CARTINHA PARA JOUT JOUT

Querida Jout Jout,

acabei de ver seu vídeo sobre calcinhas e… concordo! Tem hora que a melhor calcinha é calcinha nenhuma – principalmente quando dá preguiça de usar em casa, ou ela marca o vestido perfeito, ou naquele dia em que esquecemos de passar protetor solar, queimamos toda e agora qualquer coisa apertando nossa pele é terrível! Eu, que adoro calcinha, também acho que às vezes ela é um acessório pra se deixar pra lá.

Mas o problema, e você sabe, é quando a gente não pode deixar pra lá. A gente tem que ir trabalhar, e deixar nossa lady place em contato direto com o tecido da calça pode não fazer muito bem pra nossa saúde. Ou o vestido é curto demais – e é sempre bom ter uma proteção extra para o caso da gente cair no meio do salão, né? Enfim: tem horas que não dá pra dispensar a calcinha. E eu, que adoro calcinha, estou pra te falar que posso salvar – muito – a sua vida nessas horas.

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FOCO NA MEDALHA: PELA HONRA AO MÉRITO DE SERMOS NÓS

Já parou pra pensar no tanto de distintivo que a gente tem que colocar no peito vida afora?

Tem um diploma? Coloca um distintivo. Fez intercâmbio? Outro distintivo. Comprou o carro do ano: distintivo. Casou, mais um distintivo. Todos estes são selos que a gente coloca no peito, pra todo mundo ver bem de perto como é que a gente se deu bem na vida…

… ou não. Hoje em dia nem todo mundo quer formar, viajar, ou ter um carro. Casar já deixou de ser sonho de infância das mocinhas há anos. Todos esses distintivos são coisas do passado, e mesmo assim a gente continua tentando pregar um por um, como broches indeléveis na nossa roupinha de seda, por pura pressão social.

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PROSAS SOBRE A POESIA DO MORAR

“Não há lugar como o nosso lar”, não é isso que eles dizem?

E eles estão completamente certos.

Na equação dos tempos atuais, a quantidade de tempo que a gente gasta para trabalhar é diretamente proporcional à quantidade de tempo que gostaríamos de gastar para estar em casa, de preferência usando pijama e meia, com uma taça de vinho na mão.

Seja com a família, com o namorado, com os filhos, com as amigas ou sozinha, morar é poesia. Ter um lugar pra chamar de seu, ainda que o seu seja dividido com mais gente, carrega a energia de ter para onde voltar nos dias em que nada parece ter dado certo, ou que você fica tão cansada que a sensação que dá é a de que você fez tudo o que tinha que ter feito, só que dançando de salto alto.

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MANIFESTO PELO AMOR… AO PIJAMA QUENTE



O inverno começou oficialmente no dia 21 de junho, mas é fato que ele chegou por aqui muito antes disso – e pegou todo mundo de surpresa. Quem podia imaginar que a estação promete as temperaturas mais baixas dos últimos anos, em várias cidades brasileiras? Bem… a gente podia. E imaginou. E foi por isso que fizemos uma linha inteira de pijamas quentinhos que te aquecerão nesse e nos muitos invernos que você ainda tem pela frente. :)

 

E como em junho já fizemos nosso Manifesto ao Amor, agora queremos celebrar esse sentimento pelo conforto de dormir com aconchego – e de espalhar pelo mundo essa vibração tão boa. Nossa sugestão é que, antes de comprar seu próximo pijama quentinho com a gente, você possa selecionar aqueles que já fizeram suas noites frias tão felizes para doar a quem precisa, transferindo a boa e velha felicidade a uma pessoa nova. Que tal? Assim, você renova seu estoque de conforto noturno e ainda dá a um desconhecido a chance de ter as mesmas noites boas que estão esperando por você.

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COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ

Você se lembra da última vez que sentiu algo diferente pela primeira vez?

A gente se acostuma a pensar que vimos tudo o que havia para ver de novo na nossa tenra infância. Afinal, foi lá que sentimos os primeiros cheiros, vimos as primeiras formas, tocamos as primeiras mãos – que nos guiaram, muitas vezes, a descobrir paladares, texturas, cores. O mundo era repleto de novidades.

O tempo passou e nos acostumamos a crescer achando tudo muito sem graça: é mais do mesmo. Já vi esse filme. Já passei por isso. Não gosto dessa comida; nunca comi, mas tenho “experiência o suficiente” para dizer que não gosto só de olhar. E, aí, para sentir algo realmente diferente, vimos as pessoas fazendo verdadeiras loucuras: para quedas, parapente, bungeejump – para descer, escalada no Pão de Açúcar, passeio de balão na Turquia, expedição ao Everest – para subir. Coisas, às vezes, muito fora da nossa própria realidade. Um espresso na Itália, um croissant na França, abraçar o Mickey na Disney… novas sensações para quem já não se lembrava de sentir algo realmente novo, mas tudo muito caro, tudo muito impossível para o agora. Deixa pras próximas férias…

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