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COMO SE FOSSE A PRIMEIRA VEZ

Você se lembra da última vez que sentiu algo diferente pela primeira vez?

A gente se acostuma a pensar que vimos tudo o que havia para ver de novo na nossa tenra infância. Afinal, foi lá que sentimos os primeiros cheiros, vimos as primeiras formas, tocamos as primeiras mãos – que nos guiaram, muitas vezes, a descobrir paladares, texturas, cores. O mundo era repleto de novidades.

O tempo passou e nos acostumamos a crescer achando tudo muito sem graça: é mais do mesmo. Já vi esse filme. Já passei por isso. Não gosto dessa comida; nunca comi, mas tenho “experiência o suficiente” para dizer que não gosto só de olhar. E, aí, para sentir algo realmente diferente, vimos as pessoas fazendo verdadeiras loucuras: para quedas, parapente, bungeejump – para descer, escalada no Pão de Açúcar, passeio de balão na Turquia, expedição ao Everest – para subir. Coisas, às vezes, muito fora da nossa própria realidade. Um espresso na Itália, um croissant na França, abraçar o Mickey na Disney… novas sensações para quem já não se lembrava de sentir algo realmente novo, mas tudo muito caro, tudo muito impossível para o agora. Deixa pras próximas férias…

E assim a vida passa, sem a gente se dar conta que sentimos coisas novas, como se fosse a primeira vez de cada uma delas, todos os dias. Só que estamos tão acostumados a não percebê-las que sua beleza foge aos nossos olhos…

Você se lembra, por exemplo, quando foi a sua primeira vez? Toda a preparação para esse dia – desde a escolha da lingerie até o processo de domar as borboletas que insistiam em voar insanas na sua barriga? Pode ter sido ontem… ou há dez anos. Vinte? Trinta? Essa é uma ocasião fácil de lembrar, não importa quando tenha ocorrido. Mas e no outro dia, quando você saiu para se divertir e acabou não dormindo em casa? Ou da escapulida que deu e foi dormir no namorado? E naquela terça, que você fez um jantar especial e o marido (ou a esposa) agradeceu de um jeitinho bem diferente? Você se lembra?

(Aliás, dizem que ninguém transa às terças-feiras; então, se isso já te ocorreu, é uma sensação diferente a colocar na lista…)

A verdade é que nenhuma situação na vida é igual à outra: nos momentos de alegria, e até nos de dor, passamos por experiências diferentes cada vez que algo nos aconteça, por mais que pareça banal, sem sentido. Você pode pegar o mesmo ônibus todos os dias, com as mesmas pessoas, e mesmo assim não se sentir exatamente igual durante toda a semana, o que faz com que sua percepção do todo – e do todo sobre você – seja diferente ao longo do tempo. Cada dia é um dia novo, com uma nova sensação e uma nova promessa. Pra muita gente, hoje é o primeiro dia de sua vida. Pra outras tantas, hoje será o último.

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E é por isso que o hoje, por si só, é um dia feito para você sentir uma sensação inteiramente nova, como se fosse a primeira vez.

Hoje é o dia de pegar sua lingerie nova, sentir sua textura, imaginar o que ela te prometeu assim que você bateu os olhos e disse: “é ela!”.

Hoje é o dia de se apaixonar pelo seu corpo como se nunca tivesse o visto antes, simplesmente porque ele é o seu corpo, e você ficou linda na calcinha que escolheu. Somos tão acostumadas a sermos apaixonadas pelo corpo das modelos, das celebridades, que olhar pras nossas próprias imperfeições e amá-las pode ser uma sensação completamente nova, em muitos anos…

Hoje é dia de estrear aquela lingerie que você comprou e estava esperando usar em uma ocasião especial, porque hoje, não importa que dia seja, é uma ocasião especial.

E hoje também é dia de escolher com carinho a sua próxima lingerie, de imaginar-se usando as peças escolhidas na companhia de alguém especial, ainda que esse alguém especial seja você mesma, e ninguém mais.

Hoje é dia de dar-se um presente, o melhor, com a melhor qualidade, os melhores benefícios, a maior beleza. Algo assim, bem sua cara. Que te faça lembrar a sensação nova de vestir uma lingerie bacana pela primeira vez, de usá-la pela primeira vez, de despi-la pela primeira vez. E repetir esse processo sempre que achar que está se esquecendo das pequenas belezas da vida.

Amanhã a gente se preocupa com o resto; com o cartão de crédito; com o “gastei demais”. Amanhã a gente se preocupa com o “não posso”. Deixa pra amanhã essa sensação ruim – e errada –de que não somos donos do dinheiro, que o dinheiro é que é dono da gente. Essa sensação a gente já conhece, e dela precisamos nos libertar.

Se preocupe só com o hoje.

Porque se hoje você estiver comprando, recebendo ou vestindo a lingerie dos sonhos, que você estava namorando por muito tempo e que te prometeu os melhores momentos que você podia esperar com ela, isso é sinal de que você está pronta para sentir algo diferente pela primeira vez.

De novo.

E pra sempre.

 

 

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