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Ô lá em casa… que nada: nossa voz é nossa luta

Assim como você, eu também sou uma mulher. Compartilhamos da mesma força, sensibilidade e estamos juntas em uma constante luta por direitos na sociedade. Assim como eu, com certeza você já se indignou com a inconveniente “cantada” ao caminhar pelas ruas da cidade. Gesto que muitos chamam de “comuns” ou “normais” são na realidade o assédio disfarçado de elogios vulgares e desrespeitos, que nos causam incômodo e transtorno diário. Isso precisa parar já!

Toda semana, nós costumamos ter um bate-papo leve com você. Hoje é dia de termos uma conversa mais séria, de levantar a nossa voz e nos manifestar contra o assédio, o abuso e a violência contra a mulher. Esse assunto é delicado, nos toca profundamente e nos fazem lembrar de momentos desagradáveis que todas nós já passamos, unanimemente. Mas não devemos deixar isso passar. No nosso exercício diário de cumprir o direito básico de “ir e vir” somos interrompidas pelo obstáculo do assédio, pelas cantadas e pelas aproximações indesejadas que nos provocam medo, repulsa e raiva. Com certeza muitas de nós já desejamos ficar invisíveis para conseguir completar um trajeto sem passar por essas situações, não é mesmo? Como podemos mudar isso?

 

 

Os movimentos feministas na política e nas redes sociais além de colocar esse assunto em pauta, tem o poder de dar a voz a um grande número de mulheres, apoiando todas que já sofreram ou ainda sofrem por assédio, abusos e violência, conscientizando sobre as ações que devemos tomar. Em tempos de avanços, temos uma parte significativa de mulheres seguindo por esses ideais, mas muitas não têm informações sobre como agir assim individualmente. Quando falamos sobre agir individualmente não quer dizer que estamos sozinhas nessa luta, muito pelo contrário: devemos nos manifestar contra o assédio em qualquer situação que nos ocorra, registrando queixas oficialmente na polícia. É hora de dar um basta. É hora de dizer chega. Isso precisa parar já.

 

* As lindas ilustrações deste post são obras das ilustradoras Stephanie Medeiros (los Angeles, USA) e Cristal Santiesteban (Culiacan, México).

Infelizmente ainda não existe no Brasil um crime que equivalha a cantadas de rua. Esse ato não chega a ser crime, mas corresponde a contravenção penal, que é um delito com penas baixas para importunação ofensiva ao pudor. Já as cantadas que simulam gestos obscenos são atitudes consideradas como crimes, referente ao Código Penal:

Art. 233 – Praticar ato obsceno em lugar público, ou aberto ou exposto ao público. Pena: detenção de três meses a um ano de multa.

Precisamos conscientizar e encorajar todas as mulheres a nossa volta. Precisamos nos unir para mudar essa cena por mais difícil que seja. Empodere-se e não tenha medo. Transmita sua luta e seus direitos na sua voz. Esteja pronta para envolver mais mulheres nesse compromisso que temos uma com as outras. Estamos com você hoje, amanhã e sempre. Vamos a luta!

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