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LINGERIES CONTAM (SUAS) HISTÓRIAS

Aposto que você já sabe que a palavra “lingerie” tem origem francesa – afinal, isso não é tão difícil de perceber, mesmo pra quem não domina a língua. Mas o que muita gente ainda não se deu conta é que, embora não saibamos com precisão quando as primeiras lingeries surgiram, todas elas – da primeira à mais recente, que provavelmente foi costurada há quinze minutos – contam histórias. Desde 1850 até hoje não houve uma roupa de baixo que não marcasse uma passagem de tempo. E, consequentemente, que ajudassem mulheres do mundo todo a encontrar sua personalidade.

Basta ver o passado para conseguir predizer que a lingerie é uma peça de futuro. É bom lembrar que o termo “lingerie” (que vem da palavra francesa “linge”, ou “linho”) sempre serviu para designar as roupas de baixo de homens e mulheres, desde as peças mais trabalhadas às calcinhas bege sem costura. Mas foi no corpo feminino que essa parte do vestuário realmente fez história – e serve até de máquina do tempo, se nos atrevemos a pesquisar mais fundo suas implicações em cada época. No século XVIII, por exemplo, não era raro ver mulheres quebrando suas costelas – e até morrendo por perfurações nos ossos, ou até asfixiadas! – por causa de corpetes apertadíssimos, que era a moda da estação. A silhueta bem definida ainda hoje faz parte dos nossos desejos de consumo de lingerie, mas o tempo nos foi um grande amigo e, hoje, é impossível morrer usando uma peça que deixe nosso corpo mais marcadinho.

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Outro momento em que a lingerie foi símbolo feminino (e feminista) ocorreu em 1968, com o episódio da queima dos sutiãs nos Estados Unidos. Dessa vez, o que as mulheres queriam era derrubar diversos preconceitos – e muitas “ditaduras de padrão” – colocando fogo em lingeries, maquiagens, sapatos de salto e outros acessórios femininos que eram vistos como objeto de escravização. Mas foi o sutiã, por seu simbolismo histórico, o protagonista do movimento. Se antes as mulheres morriam por causa da lingerie que usavam, agora elas queriam se sentir livres, inclusive em relação às peças.

E é essa liberdade que nos deixa completamente à vontade, hoje, para escolher exatamente o que usar, e como usar – e, até mesmo, se vamos usar. A lingerie virou um produto tão querido justamente porque deixou de ser obrigatório. Assim, cada peça reflete uma escolha de cada mulher, um momento da vida, uma escolha que fizemos.

Hoje, podemos usar uma peça que nos deixe #belarecatadaedolar e, amanhã, há possibilidade de escolher ser sexy e selvagem, de prezar pelo extremo conforto, ou termos nossos momentos de princesa. Isso, claro, pode fazer parte de uma intimidade compartilhada com quem a gente ama. Mas o mais importante é que a lingerie seja um reflexo do que a mulher quer ser, e significar, para ela mesma quando começa a se arrumar a partir da calcinha e do sutiã. Ou do corpete. Ou da cinta liga. Ou da combinação que ela própria inventar para se sentir mais feliz e poderosa.

Assim como a lingerie ao correr dos séculos, nossas coleções contam histórias de desbravamento, de aventuras, de descobertas, de aceitação, de empoderamento. E, com cada peça saindo da fábrica, nossa vontade é sempre a mesma: que, com elas, você seja a protagonista das suas próprias histórias. E que estejamos sempre pertinho de você para torcer que todas elas tenham um final bem feliz. 🙂

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